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Relatos e Vídeos – Dia 9: Busch Gardens, Depressão Pós-Disney e IHOP

Posted on: fevereiro 11, 2011

Mais um dia acordamos cedo, e dessa vez fomos comer um pouco melhor. O Econo Lodge oferece o famoso “continental breakfast” que consiste basicamente de alguns pães, manteiga, geléia, café, suco de laranja artificial e algumas rosquinhas. É american way, mas já é melhor que os M&M’s que estávamos comendo nos outros dias. Então após tomarmos um banho pra acordar, descemos pra comer e com a barriga cheia, seguimos nosso caminho de Kissimmee para Tampa Bay, onde fica o parque do dia: Busch Gardens.

Joguei o nome do parque no GPS e ele achou após algumas tentativas. O caminho é bem fácil, na verdade. Basta pegar qualquer saída para a I-4 e logo começam as placas avisando o caminho para Tampa, que leva cerca de 1 hora para percorrer.

Chegando lá, paramos o carro e fomos esperar pelo “trenzinho” que nos leva até a entrada do parque. A estrutura é bastante diferente da Disney também, pois percebe-se que o estacionamento fica do outro lado do mundo e nem compensa andar até a entrada. Enfim, estávamos lá.

A organização geral já é bem menor do que se vê na Disney, mas nada alarmante de início. Pegamos nosso mapa e saímos passeando para fazer as atrações. A maior expectativa do dia era a Sheikra, pois parece ser extremamente radical. Fomos dando a volta no parque, começando pelo lado esquerdo, então vimos vários pássaros no Bird Gardens, alguns jacarés e crocodilos, além de esculturas de animais feitas com grama por toda parte. Pouco tempo depois, chegamos a Stanleyville, e a fila da Sheikra estava vazia. Rapidamente entramos e fomos para a fila do banco da frente (tudo bem que nem precisa tanto, mas como tinha pouca gente, valeu a pena). Pooooorém, a expectativa não foi superada. A queda de 90 graus realmente é muito legal, mas é muito “curta”! Poderia ser um pouco maior, pra dar tempo de sentir medo, pelo menos. Mas mesmo assim, é bastante radical.🙂

Fomos seguindo nosso caminho por ali, comendo nossos M&M’s e barrinhas de cereal, e tomando litros de água (sempre re-aproveitando nossas garrafas de Powerade), e fomos nos refrescar no Stanley Falls Flume. Mais um “Splash” da vida, que não traz muita novidade, mas molha razoavelmente bastante. Continuando a subida pelo mapa, fizemos a montanha Python, que é divertida e tem loopings bacanas, e quando chegamos a Kumba, descobrimos que ela estava fechada para manutenção. Foi a única que não fomos. Então já que estávamos passando calor novamente, pegamos uma carona no Congo River Rapids, e nos molhamos mais um montão nas águas agitadas do brinquedo.

Dali, atravessamos a área de Timbuktu, que tem um cinema 4D que não fomos por conta dos horários, mas fizemos as duas montanhas dali: Cheetah Chase (chatinha e pra criança) e a Scorpion, que já é mais agitada e rápida. Lá também existe o famoso barco viking que vira de ponta cabeça, mas sinceramente preferimos passar esse… por mais radical que seja, e gostamos disso, nossos estômagos não são muito fãs desse tipo de movimento.😀

E agora, uma das melhores atrações do parque: Rhino Rally. Não pela radicalidade da coisa, mas por ser muito engraçado! Pelo menos, a motorista do nosso jipe parecia ter sido treinada na Disney de tão divertida. Valeu a pena mesmo. No caminho é possível ver vários animais, com uma distância maior do que no Animal Kingdom, mas é bem bonito também. Existe a opção de se pagar cerca de $30 para fazer o Serengeti Safari, mas não fomos.

Por todo o parque é possível ver animais, então conforme você atravessa certas áreas, verá mais e mais bichos. Incluindo os tigres que ficam em um grande aquário, e você pode entrar quase que dentro para vê-los de muito perto. As fotos dos tigres no vídeo foram tiradas sem zoom algum!

Já havia passado da hora do almoço, mas como havíamos comido bastante e estávamos comendo nossos chocolates e barras de cereais, ainda aguentaríamos mais um tempo. Então pegamos o trenzinho em uma das estações e demos uma grande volta pelo parque pra descansar. E aí foi a hora do Egito, que tem uma decoração bem legal, e possui a montanha-russa Montu. Essa sim é braba! Visível desde o estacionamento, ela faz vários loopings e compensa mais do que a Sheikra, na nossa opinião. Lembro que fomos 3 vezes, já que a fila era mínima.

Já era meio da tarde, e faltava apenas a Gwazi para fecharmos as montanhas todas. Então, fomos rumo a ela. E o detalhe é: em todas as atrações até então, levamos nossa pequena bolsa da câmera Nikon, e sempre deixávamos a bolsa, com nossos crocs, ao lado dos trilhos, em uma espécie de guarda-volumes temporário e gratuito. Mas quando chegamos na Gwazi, que também estava extremamente vazia, a moça resolveu encrencar com a bolsa. Discuti com ela durante uns 5 minutos, dizendo que até então todo mundo havia deixado a gente passar, mas ela não queria. Até chegou a dizer que lá não era como a Disney, e isso me desanimou pra valer. Poderíamos usar os lockers por $0.50, mas não queríamos, era só uma pequena bolsa que não havia feito mal a ninguém… então deixamos pra lá e fomos comer.

Eu (Dan) comi sem vontade, chateado, lembrando como o Mickey e seus amigos me trataram bem melhor na terra deles. E é isso que vocês vem no vídeo. Comemos uma porção de batatas com chedar e bacon, e mais um wrap de peito de peru. Suficiente pra segurar até a noite, na hora do IHOP!

Depois de a comida descer um pouco, voltamos na Gwazi. Dessa vez, colocamos o case da câmera dentro de uma sacola plástica e passamos reto. Lá em cima, guardamos tudo no “guarda-volumes” e pegamos a velocidade da gigante de madeira. Muito boa, mas como muitos dizem, a dor de cabeça é quase inevitável… se fossemos 2 vezes, certeza que sairíamos doloridos de lá. E quando saímos do carrinho, nossas coisas estavam lá, sem nenhum problema. Ou seja, a menina só me encheu as paciências de sacanagem.

Já era quase hora de ir embora, então tentamos nos despedir da Sheikra, mas eles fecharam a fila cerca de 5 minutos antes… só deu tempo de ficar embaixo da área que ela espirra água pra todo lado, e nos molharmos um montão.🙂

Voltamos pro carro, pegamos o caminho de volta para Orlando e passamos no Camila’s. Lugar cheio de brasileiros na International Drive. Aliás, aquele canto só tem lojas brasileiras, como a Yes Brasil e um mercadinho brasileiro. Lá compramos o cartão telefônico de 5 dólares que no verso apresenta telefones locais de algumas cidades americanas. Incluindo Kissimmee. Mas antes de usá-lo, fomos jantar por ali mesmo, na I-Drive, e mais especificamente, no IHOP.

Lugar ótimo. Panquecas bem servidas e muito boas! Eles tinham um suco com refil bastante refrescante, e lembro que tomei 3 copos grandes. Valeu a pena! Comemos uma porção de panquecas de entrada com bacon, e mais panquecas de sobremesa de nozes. Delícia.

Saindo de lá, por volta das 9pm, voltamos para o hotel e finalmente, depois de 1 semana (sendo que havíamos ligado para casa somente no primeiro dia, lá do Sawgrass Mills), ligamos novamente para nossos pais. O cartão funcionou perfeitamente, e nós não conseguimos nunca terminar de usá-lo pois ele tinha mais de 30 horas para uso!!! Por 5 dólares!!!🙂

E mais uma vez… capotamos.🙂

9 Respostas to "Relatos e Vídeos – Dia 9: Busch Gardens, Depressão Pós-Disney e IHOP"

Olá Danilo
Parabéns pelos videos. Tenho acompanhado todos e sempre fico na expectativa do próximo.
Você poderia me falar mais sobre esse cartão? aonde comprar? Como usar?

Valeu e abraços

Esse cartão você acha em qualquer postinho nos EUA. A gente comprou no Camila’s porque falaram que “dava mais certo”, mas na verdade é porque a maioria das pessoas sabe iusar esse cartão que vende lá, então foi mais fácil.

É simples: no verso do cartão existem telefones de várias centrais em várias cidades, você pode optar por ouvir em inglês, espanhol ou em português! Como nosso hotel ficava em Kissimmee, a gente usava a central de lá, senão você acaba pagando ligação interubana tb, e gasta crédito do seu cartão à toa.

Na central eles pedem para você discar o número que você deseja, com DDD e código do país. Por exemplo, Brasil é 55 e a cidade que você quer é Santos 13. Aí vc disca 55 13 + o número da pessoa/lugar. E aí vem uma mensagem avisando quanto tempo você tem pra utilizar, e isso depende do lugar do país que você tá chamando. Por exemplo, pra onde eu ligava, eu tinha 30 horas pra falar😀 Se fosse celular, os créditos sumiam um pouco mais rápido; e assim você consegue passar o mês inteiro usando esse cartão facilmente. Lembro das minhas conversas de mais de 2 horas com a minha mãe hahaha

Espero ter ajudado😉

Parabéns, show de bola seus videos…

Olá 2! Depois de ver todos os videos de vc eu me sinto amiga de tempos de vcs! Vcs não imaginam como eu choreiii no pedido de casamento….rs….é que eu tb estou com casamento marcado então ja viu né…….(se precisar de dicas p o casamento pode perguntar tb pq trabalho no ramo!)…..
Todo dia entro esperando cenas dos próximos capitulos…. coloquem mais coisas a respeito de vcs 2, do casório, dos detalhes da viagem…como é o walmart, o hotel e etc…quro continuar acompanhando esta história!
Super beijo p vcs….

Oi Juliana! Que legal, hahaha… nós imaginamos como é isso pois fizemos parecido com outras pessoas antes de viajarmos também. Acompanhávamos tudo!🙂
Aos poucos vamos colocando coisas sim, é que por conta do casamento está mais corrido o dia a dia, então acaba sobrando pouco tempo pra sentar e escrever aqui. Mas o blog tem muito chão pela frente.😉

Como podemos conversar mais sobre casamento? Qualquer ajuda é sempre bem vinda!😀

Valeu e grande beijo pra vc tb!!!😀

Oi li o post de vcs, adorei, infelizmente não poderei ir ao Busch mas li a história da câmera e estou com essa dúvida na disney e na universal como vcs fazem com a câmera? não consigo entrar com câmera em brinquedo , não tenho controle emocional preciso das duas mãos livres para me agarrar em algo rs a minha é uma cyber shot w320 para fotos em movimento até hj não consegui tirar direito, vídeo sai até legalzinho. Tem algum lugar que vc deixa antes de entrar no brinquedo para evitar derrubar lá de cima ou molhar? é seguro? inicialmente pensei em levar em uma pochete ou algo assim sempre comigo mas fico com medo de sei lá a pochete abrir e cair tudo ou se for algum brinquedo com água molhar a câmera. E a voltagem de orlando com é? preciso comprar algum adaptador ? e os pinos da tomada são iguais aos daqui?

Oi Vivian,
O Busch Gardens foi o único que nos deu problema. Em todos os brinquedos da Disney você pode carregar suas coisas com você e nos brinquedos mais radicais existem compartimentos no próprio assento para guardar tudo. Nos parques da Universal você pode utilizar os armários gratuitamente por um período X de minutos, que geralmente é um pouco a mais do tempo que você vai levar na fila e no brinquedo.
De qualquer forma, a cybershot é bem pequena e dá pra guardar no bolso se for preciso.🙂

Nós não utilizamos nenhum adaptador pois todos os carregadores de hoje em dia são bi-volts, então foi tranquilo. As tomadas são iguais as daqui sim, mas no formato antigo e não o novo que são 3 pinos redondos.😉

o hipopótamo era de verdade? está em uma posição estranha só pisca os olhos , não movimenta mais nada rs

Era sim! É que ele se movia muuuuuuuuito devagar.🙂

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